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Você sabia? As boas práticas da pecuária brasileira tem sido reconhecidas no mercado internacional

December 12, 2017

 

 

Embora a imagem da carne bovina brasileira tenha enfrentado um período de crise em 2017, decorrente da Operação Carne Fraca, o mercado internacional tem reconhecido os consequentes esforços para aprimorar a produção, tornando-a mais eficiente e sustentável.

Estudos realizados pela Embrapa e Rede de Pesquisa Pecus apontam que em uma simulação de balanço entre as emiss

 

ões e remoções de GEEs em um processo de recuperação de pastagem possibilita a obtenção de um saldo positivo de carbono. Alguns sistemas de produção, como a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), e alterações na nutrição animal, como inclusão de aditivos na dieta bovina que melhoram a sua digestibilidade, são estratégias pesquisadas pela Embrapa e que têm potencial para diminuir as emissões da agropecuária. Isso ocorre porque os sistemas integrados retêm mais carbono e uma melhor digestão promove menores emissões de metano pelos animais (EMBRAPA, 2015).

 

Outras iniciativas também têm sido realizadas de forma a diferenciar a carne bovina produzida de forma sustentável, como a “Carne Carbono Neutro” (CCN), que atesta a produção de bovinos de corte em sistemas com a introdução obrigatória de árvores como diferencial, pois a presença do componente arbóreo em sistemas de integração do tipo silvipastoril (pecuária-floresta, IPF) ou agrossilvipastoril (lavoura-pecuária-floresta, ILPF) neutraliza o metano entérico (exalado pelos animais), um dos principais gases responsáveis pelo efeito estufa que provoca o aquecimento global. Os sistemas integrados retêm mais carbono e uma melhor digestão promove menores emissões de metano pelos animais.

Há também novos tipos de selos/certificados, como o selo de qualidade do IMAC e marcas com o certificado Rainforest Alliance.

Estas iniciativas tem sido reconhecidas no mercado internacional. Em setembro, as exportações alcançaram um crescimento de 17%, ressaltando a importância do país como o maior exportador. A China, por exemplo, cujo presidente defende a nossa carne a ponto de se considerar um “garoto propaganda“, anunciou recentemente que vai aumentar a quantidade importada de carne brasileira. Segundo Antônio Jorge Camardelli, Presidente da ABIEC, mercados importantes até então fechados, como os EUA, Coreia do Sul e Filipinas estão próximos de liberar a carne do Brasil.

 

#SOMOSDACARNE

 

 

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